Arquivo mensal: fevereiro 2011

Minha estréia como compradora virtual, parte 2: os produtos e o balanço final

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Oi gente! Continuando a saga compras internacionais, hoje vou falar sobre os produtos que comprei. Resolvi fazer um guia com fotos, porque não adianta eu falar, falar, falar o que eu achei se vocês não tiverem como visualizar o produto. Até porque, as fotos dos sites dificilmente mostram os detalhes que a gente tem vontade de ver, né? Então vamos lá:

  • Sobre o esmalte:

O esmalte, como eu já disse, é da marca Sinful Colors, custou apenas $2,00, e o vidrinho tem 15 ml (é um balde, praticamente impossível usar um esmalte desses até o fim).

Aplicação:

Aí vem o primeiro ponto negativo: eu não gostei nada do pincel desse esmalte. Provavelmente é porque eu sou uma manicure totalmente #fail, e se eu fosse fazer as unhas com uma profissional o acabamento ficaria bem melhor. Mas o caso é que o pincel é curto e fino demais pro meu gosto. Prefiro pincéis mais gordinhos, com muitas cerdas, pra que a camada de esmalte fique mais uniforme e não precise dar 500 pinceladas pra cobrir toda a unha. Enfim, esse é o ponto negativo.

Utilizei duas camadas de esmalte, mas como eu já disse, não sou muito habilidosa, e se a primeira camada tivesse sido bem aplicada, tenho certeza de que a segunda seria totalmente dispensável.

Depois da aplicação:

O esmalte demorou um pouco pra secar, mas nada fora do normal, visto que usei em um dia úmido. Quanto ao brilho, o acabamento é bem brilhante, e por isso não é necessário aplicar uma cobertura extra brilho, a não ser que ela também sirva para aumentar a durabilidade do esmalte na unha, aí é sempre válido. 😉

Li em alguns sites que essa cor específica da Sinful Colors não tem uma durabilidade muito grande, mas infelizmente não tive como confirmar isso na primeira vez que usei, porque fiz uns serviços domésticos meio “pesados” e passei muito tempo com as mãos na água, o que não contribui em nada pra que o esmalte dure, né?

A cor:

Gente, a cor é lindaaaa!!!!! À primeira vista ele parece um esmalte preto comum, mas contra a luz, ele se enche de brilhinhos que parecem uns floquinhos (não é glitter) coloridos. O único porém é que na unha os brilhos parecem ser somente verdes e azuis, e no vidro do esmalte, dependendo da luz, eles brilham também em roxo, rosa e dourado. Tirei algumas fotos, mas minha câmera não é lá essas coisas, então não captou bem a belezura toda do negócio:

Não reparem na minha falta de habilidade "manicurística"

  • Os pincéis:

O kit de pincéis de maquiagem da L.A. Girls é beeeemmm básico. Pra quem tá começando a se interessar por makes, e gosta de produções mais simples, acho esse kit ideal. Ele vem com 1 pincel pra blush, 1 pincel pra lábios e 3 pincéis de sombra. Todos são muito macios e apenas o de lábios soltou cerdas quando eu lavei antes de usar. Eles vêm dentro de um nécessaire preto, feito de um tecido bem bonito meio brilhoso, e bem protegidinhos por plásticos individuais. Pelo precinho ($8,00), ele cumpre o que promete.

Fotos:

Pincel para lábios

Pincel para blush

Pincéis para sombra

Aqui, o estojinho fechado (nesse zíper tem espaço pra guardar outras coisas), e aberto, com os pincéis nos plásticos protetores.

No fim das contas, convertendo o dólar pra real e incluindo o frete (que eu não lembro quanto foi), eu gastei R$36,00. Acho que valeu a pena porque, aqui no Brasil, eu nunca encontraria um kit de pincéis de qualidade pelo preço que paguei os da L.A. Girl. Se eu comprasse os pincéis individualmente, com certeza gastaria mais. E quanto ao esmalte, vale a pena pra quem tem alergia a tolueno e formaldeído, já que os da Sinful Colors são livres destes componentes.

Vale a pena fazer uma pesquisa em sites gringos que vendem o produto que você quer adquirir, porque pode ser que seja bem mais vantajoso do que comprar por aqui!

Espero que tenham gostado dos posts sobre compras! Se quiserem saber mais sobre o assunto, comentem! Qualquer dica adicional é válida, e os comentários são abertos pra isso! Até a próxima =)

Minha estréia como compradora virtual, parte 1: o “antes”

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Quando a gente vicia em sites de moda e beleza, também acaba tendo vontade de experimentar outra coisa: a compra internacional. Existem muitas vantagens e desvantagens em comprar em sites gringos. Uma das coisas positivas é que alguns produtos importados que encontramos pra vender no Brasil, nesse sites são vendidos “direto da fonte”, ou seja, vêm de seu país de origem pela metade do preço.

Eu morria de medo de comprar alguma coisa gringa e o produto nunca chegar. Ou então da encomenda ficar presa na Receita Federal e eu ter que pagar uma taxa gigantesca pra poder retirá-la. Mas eu sempre tive muita vontade de “investir” em umas coisas legais sobre as quais algumas blogueiras vivem falando.

Aí chegou o Natal e o Papai Noel (mais conhecido como ‘minha família’) me trouxe dinheiro de presente. E eu resolvi deixar o medo de lado e me jogar nos sites internacionais. Fiz minha primeira compra na Cherry Culture, uma loja muito recomendada por blogueiras e por uma amiga, que já tinha feito encomendas por lá e recebido tudo direitinho. Não sabia como fazer pra ter meu cadastro no site e nem como fazer o pagamento (que foi feito via PayPal, o modo que eu considero mais seguro, porque não necessita que o número do cartão de crédito seja informado no site da compra, somente no PayPal, que media a transação). Mas é pra isso que existe o Google, né gente? Fui lá pesquisar como comprar no Cherry, e achei esse vídeo. É ótimo, explica tudo bem direitinho.

Ok, aí eu tomei coragem e comprei! Os produtos escolhidos foram esses (cliquem sobre os nomes par air até a página do Cherry onde se localiza o produto – informações em inglês):

Fiz a compra no dia 30 de dezembro, apesar de ser mais recomendado que não se compre nada fora do Brasil entre novembro e janeiro, porque o Correio daqui fica cheio de encomendas e com a “organização” deles, as chances de ter um pacote extraviado aumentam. Porém, como tinha um aviso no Cherry Culture dizendo que o pedido só seria processado a partir de 5 de janeiro, eu fiquei menos preocupada.

Sobre o frete: No Cherry Culture, você tem duas opções de frete. Uma é com número de rastreio, ou seja, você recebe um número de acompanhamento, com o qual pode consultar pelo site dos Correios onde está a sua compra, a data em que foi despachada, quando chegou no Brasil, etc. Se eu fosse comprar com número de rastreio, só o frete sairia $30,00. Pois é, dólares. Então eu escolhi a opção mais arriscada porém mais barata (sou pobre, gente). O frete sem rastreio é infinitamente mais em conta. Não lembro exatamente quanto foi o custo para as minhas compras, mas foi algo em torno de $9,00. Porém, eu não tive como acompanhar o “caminho” do pacote, por isso, se demorasse, sei lá… 2 meses pra chegar a encomenda eu teria que esperar sem reclamar, porque não tinha como saber onde estava o pacote. A escolha do tipo de frete fica muito a critério do cliente. Sempre tem que pensar se vale a pena desembolsar uma grana bem maior pelo “frete seguro”.

Depois da compra finalizada é que vem a pior parte: a ansiedade para que a encomenda chegue logo, e o medo de ser taxada pela Receita Federal. Confesso que eu não esperava receber nada até que se completassem 30 dias da compra, e o meu pedido foi processado no dia 6 de janeiro, conforme fui comunicada por e-mail. Qual não foi minha supresa/alegria/felicidade/alívio, quando, menos de 15 dias úteis depois, eu recebo meu pacote em casa, perfeitinho, com os produtos caprichosamente embalados, todos em ótimo estado? Gente, dá um alívio que, olha…

Bom, mas o meu objetivo com esse post, além de mostrar que compras internacionais podem dar certo sim, e que em grande parte das vezes vale muito a pena esperar a entrega, já que a economia em comparação com o preço daqui é muito grande, é mostrar a qualidade dos produtos, pra deixar todo mundo com vontade de se jogar nas compras em dólares. =)

E tem mais! A segunda parte da saga Compras Virtuais (aloca) vem nesse fim de semana! No próximo post eu vou mostrar os detalhes dos produtos que comprei e se valeu mesmo correr todos os riscos característicos de uma compra via internet e fora do país.

Enquanto isso, falem sobre as suas experiências! Até 😉

Conversinha e o meu “braço a torcer”

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Oi pessoas! Primeiro, tenho uns recadinhos:

Pra começar, eu prometi no primeiro post da categoria Links da Semana, que toda sexta sairia um post com os melhores links da semana (dãr). O problema é que nas semanas que passaram eu não encontrei uma quantidade suficiente de links pra postar.  Na semana passada, as coisas começaram a melhorar. Eu não quero prometer nada que eu não vá cumprir (de novo), mas acho que sexta sai um postzinho desses, bem relax. =)

Ah, e mais uma coisa: fica difícil encontrar coisas novas e legais sozinha. Principalmente porque o que é legal pra mim, pode não ser tão legal assim pra vocês. Então, como eu já disse, sugestões são suuuuuuper bem vindas!

E, por último, eu quero fazer uma pergunta: vocês gostariam de ver aqui algum post sobre maquiagem? Esses dias fiz uma maquiagem (que eu achei) bem legal, e pensei que por ser fácil de “executar” talvez eu devesse fazer uma espécie de tutorial pra colocar aqui no blog. Mas, antes de mostrar a cara limpa e depois toda trabalhada no make, eu quero saber se meu esforço valerá a pena.

Então vamos ao post de hoje, que é “assunto cabeça”, ou seja, alguém comentará! Já vi que vocês não gostam muito de post mais… leve, digamos assim (por isso a pergunta sobre o post com tutorial de make, preciso saber se vou ter retorno, né?).

Como vocês devem ter lido no título do post, dei meu braço a torcer.  Nesse último sábado, enquanto eu ignorava solenemente a programação da televisão (como sempre), meu pai procurava um canal que estivesse passando alguma coisa não muito ruim, porque coisa boa na TV tá difícil, né? Nem BBB salva #contémironia.

Aí ele parou no Legendários, e eu pensei “meldels”, ferrou de vez.  Tive preconceito com o programa desde o começo, e a culpa é do Marcos Mion. Eu amava ele na MTV, aí quando anunciaram o Legendários e as vinhetas do programa começaram a passar, eu comecei a achá-lo meio presunçoso, se achando super importante e agindo como se estivesse revolucionando a TV. Pra coroar a minha má vontade com o programa, eu vi esse vídeo. Gente, imitou o CQC pra mim morreu.

Só que acabei parando pra assistir o quadro do Élcio Coronato no sábado passado e não é que eu gostei? Continua não sendo nenhuma revolução no modo de fazer TV, nada que alguém já não tenha feito, mas é legal quando algum programa tem uma iniciativa dessas. A situação era a seguinte: a produção do programa ficou “de plantão” em um estacionamento, de olho nos espertinhos que resolviam estacionar na vaga destinada aos idosos… mesmo não estando nem perto de serem considerados idosos.

Pra ilustrar o que aconteceu, nada melhor que o vídeo com o quadro do programa (santo Youtube!):

Agora, por favor, alguém me explica o que leva uma pessoa a alcançar o nível de imbecilidade desses motoristas??? Os caras estão infringindo a lei, e ainda acham que estão com razão pra discutir com o repórter (vou chamá-lo assim, por falta de uma denominação melhor) do programa? O ser humano tem o dom de se revoltar contra quem mostra a ele onde estão seus erros. E o mundo tá tão cheio de gente assim que, olha… nem é bom pensar.

Enfim, o Legendários tentando ou não ser uma mistura de CQC com Pânico, eu acho que dessa vez eles acertaram. Seria mais legal ainda se o pessoal soubesse que estava sendo filmado. Aposto que o último cara que ameaçou o Élcio Coronato ia sair da vaga com o rabinho entre as pernas, hein?

P.S.: Eu citei somente a parte do estacionamento no post porque foi o que assisti pela TV. Peguei o “bonde andando”. Mas como vocês podem ver no vídeo que eu encontrei no YouTube, a reportagem é mais longa, e consequentemente, mostra mais gente idiota fazendo idiotice.

E você? Já presenciou alguém fazendo esse tipo de bobagem no trânsito? Comenta!