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A loca, loca, loca sou eu!

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Começo esse post dizendo que eu AMO a Shakira. É sério, ela é de longe a minha cantora preferida. Desde pequena (acho que eu devia ter uns 7 anos, juro!) principalmente depois de  conhecer a famosíssima Estoy Aqui, me encantei! Quando li uma matéria na Zero Hora que anunciava a vinda da cantora pro Brasil, como atração principal do Pop Music Festival, quase tive um treco!!! Depois de uma choradinha, e um pouco de chantagem emocional pra conseguir um “paitrocínio”, eu comprei o ingresso mais “barato”, o da pista. Foram R$125, mas pra ver minha ídola, valia a pena.

Chegamos na FIERGS (eu e minhas ótimas companhias, a Cátia e a Ju) às 10 horas do dia 15. Como sabíamos que não estaríamos na posição mais favorável em relação ao palco, já que haviam os ingressos mais caros, de pista Premium e camarote, decidimos que era melhor chegar bem cedo, pra que conseguíssemos o lugar mais próximo do palco que fosse possível.

O festival estava programado para começar às 18 horas, com a apresentação da Chimarruts. Visualizem o momento tenso: um sol de cozinhar os miolos, e foram 8 horas na fila. De pé. Ainda bem que no posto de gasolina bem ao lado do centro de eventos da FIERGS tem uma lanchonete que vende uns lanches bem gostos e baratos. Comi um pastel folhado de frango com catupiry e tomei uma Coca-Cola e gastei só R$5,50. Lanchinho saboreado no sol e em pé, bem divertido, não? Nessa altura do campeonato eu ainda estava feliz e empolgada, esperando que o show fizesse tudo valer à pena.

Os portões do estacionamento da FIERGS abriram no horário certo (14 horas) sem atraso. Depois de passar por 28373346274 filas, revista das bolsas e do corpo (ui), e detector de metais, finalmente chegamos ao local onde seriam as apresentações. Esse foi o primeiro show internacional que fui, então confesso que fiquei bem impressionada com a estrutura.  Vi que estava certa com relação à distância da pista comum para o palco: a visão não seria das melhores.

Antes mesmo dos shows começarem, lá por umas 16h30min, uns tiozinhos já começaram a oferecer bebidas e salgadinhos no meio da galera. Cada pacote de Ruffles ou Doritos custava R$7,00, a água mineral R$4,00, o refrigerante R$5,00 e a cerveja eu não faço idéia, acho que uns 7 ou 8 reais. Barato, né? (#not) Aí veio a primeira parte chata: esses tios ficavam passando no meio do público O TEMPO TODO. Tipo, durante os shows. E o que acontecia, era que, como a gente tinha que dar espaço pra eles passarem (a esta altura, a água já custava 5 reais e estava quente), os “espertinhos” que estavam atrás aproveitavam pra passar pra frente. Alguém sempre era “esmagado”, ou ganhava um galo na cabeça por bater nas caixas que os tios carregavam acima do público, pra não atrapalhar (não adiantou). Tinha momentos em que eles passavam gritando “água, água” e o pessoal já avisava que ninguém queria, só pra não precisar sair do lugar (eu fui uma dessas pessoas).

Ok. O primeiro show foi o da Chimarruts, e começou pontualmente às 18h. E foi MUITO legal. Eu confesso que abri a minha mente pra ir nesse festival, porque a minha intenção era ver a Shakira, e eu não sou fã de nenhuma das outras bandas que tocou. Mas o show da Chimarruts durou meia hora, passou muito rápido e foi bom mesmo. Eles realmente têm talento e interagiram bastante com o público. Gostei!!!

Aí veio o segundo problema: os shows começavam na hora combinada, mas a produção do Festival demorava em média 30 min só pra arrumar o palco pra próxima banda. E era muito chato ficar esperando, principalmente pra quem estava de pé desde as 10 da manhã, torrando no sol. E então veio o Train (#heysoulsister) e me animou de novo!! Sério, eu tinha um bode bem grande com o vocalista dessa banda. Pra mim, ele era um tiozão que se acha. E ele realmente é. Ficava tirando a camisa e as meninas (cegas) gritando. Mas ele foi bastante simpático, não desafinou (muito), cantou Umbrella e todo mundo amou, chamou 6 meninas pro palco pra cantarem com ele, e fechou com Hey, Soul Sister, que foi a única música deles que todo mundo cantou junto.

Mais meia hora pra arrumar o palco e entrou o Ziggy Marley. Entrou mudo, cantou, e saiu calado. Que eu me lembre ele só disse um “oi, Brasil” e mais nada, enquanto o vocal do Train super falou “vamos dançar” e mais outras frases em português. O show dele foi o que durou mais tempo, e foi o mais insuportavelmente chato. Eu já tava super cansada, com uma dor terrível  nas pernas e sem sentir meus calcanhares, e ele veio e sugou o resto das minhas forças. Eu não via a hora daquilo terminar.  E, quando terminou, mais meia hora pra acertar os instrumentos pra Shakira.

E aí ela atrasou, e eu queria matar alguém. Tudo o que eu queria era uma cadeira. Tava muito calor. A demora foi de mais 30 min, e quando as luzes do palco começaram a piscar e uma música meio eletrônica tocar, as pessoas foram ao delírio. No meu caso, era mais alívio mesmo. Eu só queria que a Shaki arrasasse e fizesse valer os meus 125 reais.


E ela conseguiu. Chegou pelo meio do público, com um vestido rosa gigante e mega chamativo, digno de Lady Gaga.  Foi lindo, lindo. Aí, ela subiu no palco e rasgou o vestido, que revelou uma blusa dourada de paetês, calça preta colada e botas até os joelhos. E eu confesso que quase chorei de alegria quando ela cantou Si Te Vas, uma das minhas músicas preferidas ever. E gente, vocês pensam que a Shakira é bonita quando a vêem na TV, mas ela é MUITO MAIS. Só isso que eu digo.

Depois da primeira música, ela cumprimentou o público desejando boa noite, e dizendo que tinha muita saudade do povo brasileiro, que adorava estar ali, e desejava que a gente se divertisse muito, e que o papel dela era nos satisfazer. Pra fechar, ela disse que essa noite, ela era gaúcha. Pronto, né? Gritei tanto que quase perdi a voz e quase fiquei surda também.

Depois, foi só alegria. O show é ótimo, cheio de efeitos de luz e de imagens, e a Shakira não pára um só minuto, nem nas músicas lentas. Ela apresentou a banda, que tem gente de tudo que é lugar: África do Sul, Irlanda e até um gaúcho, que foi recebido com palmas e coro de “ah, eu sou gaúcho”. As dançarinas dela, que participaram da coreografia das músicas She Wolf e Loca, são lindíssimas e dançam muito bem. Aliás, eu tenho uma teoria de que a dona Shakira não tem ossos no corpo. Gente, a mulher é de mola! Ela dança e humilha hipnotiza todo mundo!!!

Foi extremamente simpática e chamou 4 gurias (palavra que ela mesma usou) pra dançar no palco. Fez um bis lindo de viver, com um pessoal que ganhou uma promoção dançando Waka Waka e papéis nas cores da África caindo sobre o público. Sem exagero, não tem como descrever o quanto foi legal. Se antes eu já era fã da Loca colombiana, agora eu a admiro ainda mais. Ela é cheia de talento, beleza e simpatia. Não usa quilos de maquiagem, não canta em playback, nem veste roupas extravagantes.  Um top e uma saia do tipo dança do ventre são suficientes pra encantar um público de 23 mil pessoas.

Saldo final: cheguei em POA às 10h, e voltei pra casa à 1h, fui dormir 2h da madruga, toda queimada de sol, morrendo de dor nos pés e nas pernas, e feliz, feliz, feliz! E me achando loca, loca, loca também, pelo “sofrimento”.

P.S.: As fotos do post não são minhas. Como eu disse, fiquei longe do palco e minha câmera tá uma droga. Quando vi que as fotos ficariam uma porcaria, decidi desencanar e aproveitar o show. Aí vão os sites de onde eu tirei as imagens do post:

http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/2382-pop-music-festival#foto-46959

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/index.jspx?action=galeriaPlayer&groupid=394&galeriaid=26474&uf=1&local=1&section=Fotos

Espero os comentários! 😉

 

Minhas preferências me condenam?

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“Nada mais perdedor do que alguém querendo ser alternativo”. Essa frase foi postada no Twitter por Rafinha Bastos, no dia 25 de Fevereiro. Ele não poderia estar mais certo.

O fato de que muitas pessoas fingem, ou se obrigam a gostar de algo, apenas para que os outros pensem que estas são alternativas/descoladas/inteligentes ou o adjetivo que vocês desejarem usar, é algo que já percebo há muito tempo, mas que depois que entrei para a faculdade de Jornalismo, tenho visto mais ainda.

Eu vou ser jornalista, por isso tenho que me informar e conhecer várias culturas, estilos musicais, e todas as formas de arte possíveis e imagináveis. Mas eu não vou deixar de gostar de Glee e passar a ser fã de Friends só por causa da minha futura profissão. Glee é considerada por muitos uma série boba, infantil, e que ensina “coisas erradas”, digamos assim, aos adolescentes. Friends teve 10 temporadas e é cultuada até hoje como uma das melhores séries já transmitidas pela TV americana. Só que eu nunca gostei de Friends. Simplesmente não acho graça. Aliás, das séries consideradas ótimas, indispensáveis, obrigatórias para qualquer fã de enlatados americanos, eu só me apaixonei por Lost, que acabou decepcionando muita gente depois do final controverso.

Mas para o mundo, e para meia dúzia de pessoas que eu quero “impressionar” eu tenho que parecer cult, inteligente, e só gostar de coisas consideradas boas. Tudo bem, então a partir de agora eu vou falar pra todo mundo que AMO Friends, e que Glee é só um musical adolescente idiota.

NÃO! Não é assim que funciona! Pessoas, por favor, parem de alterar suas preferências para que os outros pensem que vocês são mais inteligentes!!! Quem disse que, por exercer determinada profissão se deve gostar de uma coisa e desgostar de outras??? Eu vou ser jornalista, e eu ouço um monte de bandas de estilos diferentes, e não tenho vergonha disso. Eu gosto de coisas consideradas “fúteis”, como maquiagem e moda, e até compro revistas sobre o assunto. Isso me faz pior do que alguém que gosta de economia e só ouve Rolling Stones? Não, não me faz. Isso significa que eu não sou capacitada pra exercer bem minha profissão? Não, não significa! Se eu passar a fingir que gosto de alguma coisa que antes eu não suportava só porque alguém diz que é bom, significa que eu sou idiota? Sim, significa! (#RonnieVonfeelings)

“Ah, mas gosto é uma coisa pessoal!” Claro que sim, mas se imaginem na seguinte situação: em uma conversa, um amigo comenta que sua banda preferida é Beatles.  Será que alguém vai se atrever a dizer “nossa, mas Beatles é uma droga! Como você pode gostar daquelas músicas insuportáveis?”.  Isso é o que alguém com bom senso diria se uma pessoa comentasse que sua banda favorita é Restart (não resisti). Que Beatles é uma banda boa todo mundo sabe, mas não precisa virar sua banda favorita da noite pro dia só porque a qualidade da música dos Beatles é unanimidade, ou porque isso vai fazer você parecer mais culto. Você pode curtir (eu curto alguma músicas, só), mas não é necessário comprar uma camiseta pra anunciar pro mundo seu bom gosto.

Agora eu vou revelar um segredo que vai acabar totalmente com a minha credibilidade: eu assisto Big Brother. Chocados? Se vocês tiverem bom senso (eu espero que tenham), não irão se surpreender. Por quê? Porque existe um abismo de diferença entre eu gostar de assistir BBB e entrar em comunidades, fã clubes de adoração a algum participante. Eu posso garantir pra vocês que a única pessoa envolvida com esse reality show para a qual eu daria importância, caso tivesse a oportunidade de encontrar, seria o Pedro Bial. Porque, antes de ser apresentador do BBB, ele é um jornalista importante,  que já foi correspondente internacional, que esteve presente em momentos importantes da história mundial. A bagagem que ele carrega como profissional do jornalismo é o sonho de muita gente.

Mas segundo algumas pessoas, admirar o Bial é ridículo! Afinal, ele apresenta o BBB, aquele programa cheio de baixarias, com participantes desprovidos de cérebro, que só o “povão” assiste. Queridos, uma dica: vão estudar, vão ler e pesquisar antes de vir falar o que vocês não sabem.

E mais: continuem aí, dizendo que gostam de Beatles e ouvindo Cine no MP3 player, bem baixinho, pra que ninguém descubra. Enquanto isso eu vou sendo feliz gostando do que eu gosto, sem vergonha nenhuma.

E o Oscar vai para…

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No post do Globo de Ouro eu já falei o quanto aaaaaamooo assistir premiações, né? Principalmente as do cinema. E como domingo teve Oscar, eu não poderia deixar de fazer um post com as belas da noite.

Na minha modesta opinião, o Globo de Ouro teve uma “safra” bem melhor de moçoilas que capricharam no visual. No Oscar, foi tudo meio mais do mesmo, ninguém me fez dizer “oooohhhh, que surpresa, como está linda”. Com exceção da minha musa-mor Anne Hathaway. Mas não podia ser diferente, né gente? Afinal, ela era a apresentadora da premiação, trocou de vestido 27556674 vezes, uma hora ia acertar!

Acontece que, fora a decepção que a Anne foi (pra mim) na entrada do evento, no tapete vermelho, ela arrasou em TODAS as outras trocas de roupa. Porém, pra não ficar totalmente chato e parecer que eu favoreço a Anne (eu favoreço, tá?), selecionei os vestidos the Best from the Best pra esse post, dela e de outras atrizes.

Vamos começar…

…com a minha outra musa e atriz preferida de todos os tempos Sandra Bullock! Se no post Globo de Ouro eu me joguei nos vestidos com brilho, dessa vez vocês perceberão que estou mais contida. Mas é porque não tinha ninguém muuuito trabalhado no glitter, e as que se jogaram estavam feias, então…

O vestido da Sandra é o melhor exemplo! Achei lindo e chique, apesar de não ser lá muito ousado, e de que usar a cor do batom combinando com a cor da roupa vai totalmente contra os meus princípios, eu AMEI! Ela estava de Vera Wang.

A próxima é a minha segunda atriz preferida, que ganhou o meu amor eterno no filme Johnny e June, que inclusive lhe rendeu um Oscar muito digno e merecido: Reese Whitherspoon!

Outra que estava super “minimalista”, sem brilhos e cores chamativas, ela apostou nesse vestido bicolor Giorgio Armani Prive lindo! Detalhe nas jóias em verde, que quebraram  o “gelo” do vestido discreto. Musa!

E a terceira é a fofa da Hailee Steinfeld, que tem só 14 aninhos e já concorreu ao Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo filme Bravura Indômita! =O

Quem tiver interesse, procure fotos dela em outros eventos de gala pra vocês verem como ela sempre está bem vestida, e o melhor: usa roupas apropriadas pra sua idade. Outro detalhe: ela ajudou a desenhar o vestido Marchesa que está usando! Tá bom, se a carreira no cinema não der certo (o que eu acho difícil), ela pode ser estilista, porque abalou, né?

E agora sim, pra fechar com chave de ouro, os looks da Anne Hathaway que eu mais gostei:

Vestidos Givenchy, Versace, e Oscar de la Renta, na ordem da foto

Precisa descrever? Não, né? Diva!

Fonte das fotos: JustJared.com e Petiscos

Espero os comentários de vocês! Até a próxima! 😉

 

Minha estréia como compradora virtual, parte 2: os produtos e o balanço final

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Oi gente! Continuando a saga compras internacionais, hoje vou falar sobre os produtos que comprei. Resolvi fazer um guia com fotos, porque não adianta eu falar, falar, falar o que eu achei se vocês não tiverem como visualizar o produto. Até porque, as fotos dos sites dificilmente mostram os detalhes que a gente tem vontade de ver, né? Então vamos lá:

  • Sobre o esmalte:

O esmalte, como eu já disse, é da marca Sinful Colors, custou apenas $2,00, e o vidrinho tem 15 ml (é um balde, praticamente impossível usar um esmalte desses até o fim).

Aplicação:

Aí vem o primeiro ponto negativo: eu não gostei nada do pincel desse esmalte. Provavelmente é porque eu sou uma manicure totalmente #fail, e se eu fosse fazer as unhas com uma profissional o acabamento ficaria bem melhor. Mas o caso é que o pincel é curto e fino demais pro meu gosto. Prefiro pincéis mais gordinhos, com muitas cerdas, pra que a camada de esmalte fique mais uniforme e não precise dar 500 pinceladas pra cobrir toda a unha. Enfim, esse é o ponto negativo.

Utilizei duas camadas de esmalte, mas como eu já disse, não sou muito habilidosa, e se a primeira camada tivesse sido bem aplicada, tenho certeza de que a segunda seria totalmente dispensável.

Depois da aplicação:

O esmalte demorou um pouco pra secar, mas nada fora do normal, visto que usei em um dia úmido. Quanto ao brilho, o acabamento é bem brilhante, e por isso não é necessário aplicar uma cobertura extra brilho, a não ser que ela também sirva para aumentar a durabilidade do esmalte na unha, aí é sempre válido. 😉

Li em alguns sites que essa cor específica da Sinful Colors não tem uma durabilidade muito grande, mas infelizmente não tive como confirmar isso na primeira vez que usei, porque fiz uns serviços domésticos meio “pesados” e passei muito tempo com as mãos na água, o que não contribui em nada pra que o esmalte dure, né?

A cor:

Gente, a cor é lindaaaa!!!!! À primeira vista ele parece um esmalte preto comum, mas contra a luz, ele se enche de brilhinhos que parecem uns floquinhos (não é glitter) coloridos. O único porém é que na unha os brilhos parecem ser somente verdes e azuis, e no vidro do esmalte, dependendo da luz, eles brilham também em roxo, rosa e dourado. Tirei algumas fotos, mas minha câmera não é lá essas coisas, então não captou bem a belezura toda do negócio:

Não reparem na minha falta de habilidade "manicurística"

  • Os pincéis:

O kit de pincéis de maquiagem da L.A. Girls é beeeemmm básico. Pra quem tá começando a se interessar por makes, e gosta de produções mais simples, acho esse kit ideal. Ele vem com 1 pincel pra blush, 1 pincel pra lábios e 3 pincéis de sombra. Todos são muito macios e apenas o de lábios soltou cerdas quando eu lavei antes de usar. Eles vêm dentro de um nécessaire preto, feito de um tecido bem bonito meio brilhoso, e bem protegidinhos por plásticos individuais. Pelo precinho ($8,00), ele cumpre o que promete.

Fotos:

Pincel para lábios

Pincel para blush

Pincéis para sombra

Aqui, o estojinho fechado (nesse zíper tem espaço pra guardar outras coisas), e aberto, com os pincéis nos plásticos protetores.

No fim das contas, convertendo o dólar pra real e incluindo o frete (que eu não lembro quanto foi), eu gastei R$36,00. Acho que valeu a pena porque, aqui no Brasil, eu nunca encontraria um kit de pincéis de qualidade pelo preço que paguei os da L.A. Girl. Se eu comprasse os pincéis individualmente, com certeza gastaria mais. E quanto ao esmalte, vale a pena pra quem tem alergia a tolueno e formaldeído, já que os da Sinful Colors são livres destes componentes.

Vale a pena fazer uma pesquisa em sites gringos que vendem o produto que você quer adquirir, porque pode ser que seja bem mais vantajoso do que comprar por aqui!

Espero que tenham gostado dos posts sobre compras! Se quiserem saber mais sobre o assunto, comentem! Qualquer dica adicional é válida, e os comentários são abertos pra isso! Até a próxima =)

Minha estréia como compradora virtual, parte 1: o “antes”

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Quando a gente vicia em sites de moda e beleza, também acaba tendo vontade de experimentar outra coisa: a compra internacional. Existem muitas vantagens e desvantagens em comprar em sites gringos. Uma das coisas positivas é que alguns produtos importados que encontramos pra vender no Brasil, nesse sites são vendidos “direto da fonte”, ou seja, vêm de seu país de origem pela metade do preço.

Eu morria de medo de comprar alguma coisa gringa e o produto nunca chegar. Ou então da encomenda ficar presa na Receita Federal e eu ter que pagar uma taxa gigantesca pra poder retirá-la. Mas eu sempre tive muita vontade de “investir” em umas coisas legais sobre as quais algumas blogueiras vivem falando.

Aí chegou o Natal e o Papai Noel (mais conhecido como ‘minha família’) me trouxe dinheiro de presente. E eu resolvi deixar o medo de lado e me jogar nos sites internacionais. Fiz minha primeira compra na Cherry Culture, uma loja muito recomendada por blogueiras e por uma amiga, que já tinha feito encomendas por lá e recebido tudo direitinho. Não sabia como fazer pra ter meu cadastro no site e nem como fazer o pagamento (que foi feito via PayPal, o modo que eu considero mais seguro, porque não necessita que o número do cartão de crédito seja informado no site da compra, somente no PayPal, que media a transação). Mas é pra isso que existe o Google, né gente? Fui lá pesquisar como comprar no Cherry, e achei esse vídeo. É ótimo, explica tudo bem direitinho.

Ok, aí eu tomei coragem e comprei! Os produtos escolhidos foram esses (cliquem sobre os nomes par air até a página do Cherry onde se localiza o produto – informações em inglês):

Fiz a compra no dia 30 de dezembro, apesar de ser mais recomendado que não se compre nada fora do Brasil entre novembro e janeiro, porque o Correio daqui fica cheio de encomendas e com a “organização” deles, as chances de ter um pacote extraviado aumentam. Porém, como tinha um aviso no Cherry Culture dizendo que o pedido só seria processado a partir de 5 de janeiro, eu fiquei menos preocupada.

Sobre o frete: No Cherry Culture, você tem duas opções de frete. Uma é com número de rastreio, ou seja, você recebe um número de acompanhamento, com o qual pode consultar pelo site dos Correios onde está a sua compra, a data em que foi despachada, quando chegou no Brasil, etc. Se eu fosse comprar com número de rastreio, só o frete sairia $30,00. Pois é, dólares. Então eu escolhi a opção mais arriscada porém mais barata (sou pobre, gente). O frete sem rastreio é infinitamente mais em conta. Não lembro exatamente quanto foi o custo para as minhas compras, mas foi algo em torno de $9,00. Porém, eu não tive como acompanhar o “caminho” do pacote, por isso, se demorasse, sei lá… 2 meses pra chegar a encomenda eu teria que esperar sem reclamar, porque não tinha como saber onde estava o pacote. A escolha do tipo de frete fica muito a critério do cliente. Sempre tem que pensar se vale a pena desembolsar uma grana bem maior pelo “frete seguro”.

Depois da compra finalizada é que vem a pior parte: a ansiedade para que a encomenda chegue logo, e o medo de ser taxada pela Receita Federal. Confesso que eu não esperava receber nada até que se completassem 30 dias da compra, e o meu pedido foi processado no dia 6 de janeiro, conforme fui comunicada por e-mail. Qual não foi minha supresa/alegria/felicidade/alívio, quando, menos de 15 dias úteis depois, eu recebo meu pacote em casa, perfeitinho, com os produtos caprichosamente embalados, todos em ótimo estado? Gente, dá um alívio que, olha…

Bom, mas o meu objetivo com esse post, além de mostrar que compras internacionais podem dar certo sim, e que em grande parte das vezes vale muito a pena esperar a entrega, já que a economia em comparação com o preço daqui é muito grande, é mostrar a qualidade dos produtos, pra deixar todo mundo com vontade de se jogar nas compras em dólares. =)

E tem mais! A segunda parte da saga Compras Virtuais (aloca) vem nesse fim de semana! No próximo post eu vou mostrar os detalhes dos produtos que comprei e se valeu mesmo correr todos os riscos característicos de uma compra via internet e fora do país.

Enquanto isso, falem sobre as suas experiências! Até 😉